11.9.07

Teu ajeito

A um de maio, no início de setembro, escrevo-te uma carta de amor para todo o inverno.
Deitados assim, nos gestos um do outro, somos o tempo a passar - a tua saia rodada é o tempo a passar.
A um de maio, nas nuvens de amora, rasgo três versos de ócio, danço seis vezes o fandango e o tempo passa nos teus olhos.

4 comentários:

  1. Lindo!!Continuas o poeta que sempre foste!!!:) Gosto!!:)

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  2. Caro,

    oferecescreves o espanto.

    Óptimo assim.


    Ana Jadeus . Ana-que-Não: Maria.

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