
Um homem nasce com tudo, nem lhe deram tempo para pedir, deram com ele assim, sentado num buraco verde de quatro pernas. Casa, livro, roupa lavada. Com a alegria de palhaço, de quem nunca conquistou nada, tudo lhe veio colar-se ao corpo, encontraram-no assim, desolado. Observa a roupa rasgada suspensa no skate, com inveja. Já leu três ou quatro romances dos grossos, páginas de açúcar numa diabetes de vida, balões que não rebentam, encontrou-os numa estante, encontraram-no assim, de mãos erguidas para o céu, súplica por tempestades, pastilha elástica colada ao céu da boca.
* The Isle of the dead, Arnold Bocklin
be, depois do comentário da vanessa, acrescento apenas até já
ResponderEliminarestou atrasada, como é costume
vai pedindo um chã para mim
de menta e um pau de canela
beijo,
alice
leia-se "bem" *
ResponderEliminarMas rejubilou, enfim, pelo regresso à origem...
ResponderEliminarAbraço
...e um homem cresce....para vir aqui. ler-te.
ResponderEliminarbom dia.
abraço.
"pastilha elástica colada ao céu da boca."
ResponderEliminarcomo o que rói, corrói, e não sai.
depois há os sossegos, como as palavras de quem sabe sussurá-las, mesmo quando escritas.
ninguém esquece os contadores de histórias.
beijo, sylvi =)
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